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Cátia Matias Trindade

Colaboradora



Nasci na Alemanha mas foi no Alentejo que cresci e aprendi, com a sabedoria dos mais velhos, que a nossa história e as nossas memórias são a maior riqueza que podemos ter e a maior herança que podemos deixar.

Vivo em Lisboa há 15 anos, cidade que me acolheu para me ensinar sobre Línguas e Literaturas e, mais tarde, sobre Ciências da Informação e da Documentação.

Sou arquivista de profissão e essa escolha deveu-se, sobretudo, à vontade de contribuir para salvaguardar o passado e trabalhar para que este possa estar acessível aos cidadãos. Os arquivos, as histórias e as memórias devem ser fontes acessíveis para promover o entendimento do passado e do presente.

Quando ouvi falar do projeto “Arquivo dos Diários”, achei a iniciativa fantástica: construir a história a partir de histórias de pessoas anónimas? – Haverá história mais real do que esta?

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