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Ana Filipa Flores

Colaboradora



Em miúda era muito faladora e irrequieta. Lia muito e na adolescência escrevia ainda mais. Guardo os meus diários e ainda hoje anoto algumas ‘impressões’ dos meus dias. Licenciei-me em comunicação social e cultural porque queria escrever e comunicar com o mundo; mais tarde fiz um mestrado em culturas visuais para poder pensá-lo e entendê-lo melhor. Viajei muito durante a minha juventude. Foi aí que aprendi quase tudo.

 

A minha carreira profissional reflecte a minha personalidade entusiasta, criativa e curiosa, sempre disponível para novas experiências. Gosto de me movimentar entre a cultura, a educação e a área social. E, acima de tudo, gosto de criar contextos onde possa partilhar saberes e capacitar pessoas para que estas possam desenvolver todo o seu potencial como seres humanos.

 

Fui voluntária durante cinco anos numa ONG portuguesa e estive na Guiné Bissau e em Timor Leste ao abrigo de programas de Desenvolvimento e Cooperação; fui mediadora cultural em alguns museus e produzi e geri diversos projectos.

 

Actualmente abraço o projecto FOS, uma associação de fotografia e vídeo participativo que usa a imagem como forma de desenvolver uma consciência colectiva e com isso promover uma mudança positiva nas comunidades.  

 

Quando a Clara me falou do Archivio dei Diari italiano e da sua ideia de fazermos uma associação idêntica em Portugal, o projecto entusiasmou-me de imediato; talvez por ter despertado em mim a miúda que um dia se apegou tanto ao registo das suas memórias através da escrita…

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